Todos os peptídeos, com o nível de evidência na frente
Uma biblioteca de referência em português: o que cada molécula é, como age, o que os estudos realmente mostraram, quais são os riscos e qual é o status regulatório em cada país. Sem promessa e sem protocolo de uso — informação rastreável.
🧬 40 moléculas📚 24 guias e análises📊 Nível de evidência declarado🌍 Status por país
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Glossário de peptídeos — 109 termos
Agonista, meia-vida, COA, HPLC, imunogenicidade, fase clínica, off-label… o vocabulário técnico explicado em português claro, com alerta nas confusões que o mercado costuma explorar.
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Fichas de moléculas
Dermatologia e pigmentação
3 itens
Argireline (acetil hexapeptídeo-8)
Argireline é o nome comercial do acetil hexapeptídeo-8, um peptídeo sintético de seis aminoácidos usado como ingrediente cosmético de aplicação tópica…
3 Humano inicialMatrixyl (Palmitoil Pentapeptídeo-4): ficha científica de um peptídeo cosmético tópico
Matrixyl é o nome comercial de um peptídeo curto de uso tópico, o palmitoil pentapeptídeo-4 (Pal-KTTKS), derivado de um fragmento do pró-colágeno tipo…
3 Humano inicialMelanotan II: análogo de alfa-MSH sem registro sanitário — o que se sabe e o que não se sabe
Melanotan II é um peptídeo sintético que imita o hormônio alfa-MSH e estimula a produção de melanina. É vendido pela internet como "peptídeo do bronze…
2 Pré-clínicoEixo GH e composição corporal
7 itens
AOD-9604 (fragmento do hGH 176-191): evidência, riscos e status regulatório
AOD-9604 é um peptídeo sintético que reproduz a extremidade final da molécula do hormônio do crescimento humano, com uma tirosina acrescentada. Foi de…
2 Pré-clínicoCJC-1295: análogo de GHRH, evidência disponível e status regulatório
CJC-1295 é um análogo sintético do hormônio liberador de GH (GHRH), desenvolvido nos anos 2000 com uma tecnologia de ligação à albumina (DAC) que este…
3 Humano inicialGHRP-6 e GHRP-2: o que a evidência mostra — e o que ainda não foi demonstrado
GHRP-6 e GHRP-2 são hexapeptídeos sintéticos que estimulam a hipófise a liberar hormônio do crescimento ao ativar o receptor da grelina. Que eles elev…
3 Humano inicialIpamorelina (NNC 26-0161): secretagogo de GH sem aprovação regulatória em nenhum país
Ipamorelina é um pentapeptídeo sintético que ativa o receptor da grelina (GHS-R1a) e provoca liberação aguda de hormônio do crescimento. Não é aprovad…
2 Pré-clínicoMK-677 (Ibutamoren): ficha científica
MK-677 (ibutamoren) não é um peptídeo: é uma molécula sintética pequena, ativa por via oral, que imita a grelina e leva a hipófise a liberar mais horm…
3 Humano inicialSermorelina (GHRH 1-29): o que a evidência mostra — e o que ela não mostra
A sermorelina é um peptídeo sintético que reproduz os 29 primeiros aminoácidos do GHRH humano, o hormônio hipotalâmico que ordena à hipófise liberar h…
3 Humano inicialTesamorelina (EGRIFTA): o que a evidência realmente sustenta — e para quem
A tesamorelina é um análogo sintético do GHRH aprovado pelo FDA para uma única indicação: reduzir o excesso de gordura abdominal em adultos vivendo co…
5 ConsolidadoImunologia e oncologia
2 itens
Octreotida e lanreotida: análogos de somatostatina com indicações aprovadas
Octreotida e lanreotida são peptídeos sintéticos que copiam a somatostatina, o hormônio que funciona como freio da secreção de hormônio do crescimento…
5 ConsolidadoThymosin alpha-1 (timosina alfa-1)
A timosina alfa-1 é um peptídeo sintético de 28 aminoácidos com ação imunomoduladora. É medicamento registrado em alguns países — sobretudo para hepat…
4 Clínico avançadoMetabolismo e incretinas
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Amilina e análogos: fisiologia, pramlintida e o que a evidência sustenta na obesidade
A amilina é um hormônio produzido pelas mesmas células do pâncreas que fabricam insulina e é liberada junto com ela após as refeições: retarda o esvaz…
4 Clínico avançadoCagriSema (cagrilintida + semaglutida)
CagriSema é uma combinação investigacional da Novo Nordisk que reúne, em uma única formulação, a cagrilintida (análogo de longa ação da amilina) e a s…
4 Clínico avançadoCagrilintida: análogo de amilina de ação longa, investigacional e sem aprovação regulatória
A cagrilintida é um análogo sintético e de ação prolongada da amilina — hormônio cossecretado com a insulina pelas células beta do pâncreas —, desenha…
4 Clínico avançadoDulaglutida (Trulicity): ficha científica completa
A dulaglutida é um agonista do receptor de GLP-1 de aplicação subcutânea semanal, aprovado desde 2014 para o tratamento do diabetes tipo 2 em adultos …
5 ConsolidadoExenatida: o primeiro agonista de GLP-1 e o que a ciência realmente mostra
A exenatida é a versão sintética da exendina-4, peptídeo identificado na saliva do monstro-de-gila, e foi o primeiro agonista do receptor de GLP-1 apr…
5 ConsolidadoLiraglutida: análogo de GLP-1 aprovado, com evidência consolidada nas indicações de bula
A liraglutida é um análogo sintético do hormônio GLP-1, de aplicação subcutânea diária, aprovado por FDA, EMA e Anvisa sob dois nomes comerciais: Vict…
5 ConsolidadoMazdutida (IBI362): o que a evidência mostra sobre o coagonista GLP-1/glucagon — e o que ela ainda não responde
Mazdutida é um peptídeo injetável derivado da oxintomodulina que ativa, com a mesma molécula, os receptores de GLP-1 e de glucagon. Seu desenvolviment…
4 Clínico avançadoRetatrutida (LY3437943): agonista triplo GIP/GLP-1/glucagon em investigação, ainda sem aprovação
A retatrutida (código de desenvolvimento LY3437943) é uma molécula experimental que ativa três receptores ao mesmo tempo — GIP, GLP-1 e glucagon — des…
4 Clínico avançadoSemaglutida (Ozempic, Wegovy, Rybelsus): ficha científica
A semaglutida é um análogo sintético do hormônio GLP-1, disponível em apresentação subcutânea semanal e oral diária, aprovada por FDA, EMA e ANVISA pa…
5 ConsolidadoSurvodutida (BI 456906): coagonista GLP-1/glucagon investigacional, sem aprovação em nenhum país
A survodutida (código de desenvolvimento BI 456906) é um peptídeo injetável experimental, desenvolvido pela Boehringer Ingelheim em colaboração com a …
4 Clínico avançadoTirzepatida: ficha científica do agonista dual GIP/GLP-1
A tirzepatida é um peptídeo sintético que ativa ao mesmo tempo os receptores de GIP e de GLP-1. É um medicamento aprovado, não uma substância experime…
5 ConsolidadoMitocôndria e longevidade
4 itens
Elamipretide (SS-31): o peptídeo mitocondrial que chegou à fase 3 — e o que os ensaios mostraram
Elamipretide (SS-31) é um tetrapeptídeo sintético que se concentra na membrana mitocondrial interna e se liga à cardiolipina, o fosfolipídio que suste…
4 Clínico avançadoEpitalon (AEDG): o que a evidência mostra e o que ainda não foi demonstrado
Epitalon (AEDG) é um tetrapeptídeo sintético derivado de pesquisas russas com extratos da glândula pineal, associado à hipótese de indução da telomera…
2 Pré-clínicoHumanina (Humanin)
A humanina é um peptídeo curto codificado por uma janela de leitura dentro do DNA mitocondrial, estudado desde 2001 por seu efeito citoprotetor em cél…
2 Pré-clínicoMOTS-c: peptídeo codificado pela mitocôndria, com evidência ainda pré-clínica
MOTS-c é um peptídeo de 16 aminoácidos codificado pelo DNA mitocondrial, descrito em 2015 como um sinal metabólico ligado à ativação da AMPK. Praticam…
2 Pré-clínicoNeurologia e comportamento
3 itens
DSIP (delta sleep-inducing peptide): o que se sabe e o que segue em aberto
DSIP é um nonapeptídeo isolado em 1977 do sangue venoso cerebral de coelhos em sono profundo e batizado pelo experimento em que apareceu, não por um m…
2 Pré-clínicoSelank: o que a ciência mostra — e o que ainda não mostra — sobre um peptídeo estudado como ansiolítico
Selank é um heptapeptídeo sintético derivado da tuftsina, desenvolvido na Rússia e estudado como candidato ansiolítico de aplicação intranasal. Existe…
3 Humano inicialSemax (ACTH 4-7 + PGP): ficha científica e nível de evidência
Semax é um heptapeptídeo sintético derivado de um fragmento do hormônio ACTH, desenvolvido na Rússia e lá registrado como medicamento de uso nasal — s…
3 Humano inicialReparo e regeneração
6 itens
BPC-157: o que a ciência mostra — e o que nunca foi testado em humanos
O BPC-157 é um peptídeo sintético de 15 aminoácidos cuja sequência foi descrita a partir de uma proteína do suco gástrico humano. Quase toda a evidênc…
2 Pré-clínicoGHK-Cu (cobre-tripeptídeo): o que a evidência sustenta — e o que ela não autoriza
GHK-Cu é um tripeptídeo endógeno (glicina-histidina-lisina) complexado a um íon de cobre. Em uso tópico, estudos humanos pequenos e majoritariamente c…
3 Humano inicialKPV (lisina-prolina-valina): evidência apenas pré-clínica, lacunas e status regulatório
KPV é um tripeptídeo formado por lisina, prolina e valina, correspondente à extremidade final da molécula alfa-MSH. Vem sendo estudado por uma possíve…
2 Pré-clínicoLL-37 (catelicidina humana): evidência pré-clínica, dupla face inflamatória e status regulatório
LL-37 é o único peptídeo antimicrobiano da família das catelicidinas descrito em seres humanos: uma molécula que o próprio corpo fabrica, com 37 amino…
2 Pré-clínicoTB-500: fragmento derivado da timosina beta-4 — o que a evidência mostra e o que ainda falta
TB-500 é um peptídeo sintético construído a partir de LKKTETQ, a região de ligação à actina da timosina beta-4 — e não é sinônimo da proteína integral…
2 Pré-clínicoTimosina beta-4: o que a ciência mostra, o que ainda falta e onde entra o TB-500
A timosina beta-4 é um peptídeo natural de 43 aminoácidos que regula a dinâmica da actina e participa de migração celular, angiogênese e reparo tecidu…
3 Humano inicialReprodução e endocrinologia
4 itens
Bremelanotida (PT-141): ficha científica
A bremelanotida (PT-141) é um peptídeo sintético que ativa receptores de melanocortina no sistema nervoso central. É medicamento aprovado pelo FDA, so…
5 ConsolidadoGonadorelina (GnRH sintético): o que tem evidência, o que é extrapolação e onde estão os limites
Gonadorelina é a versão sintética do GnRH, o decapeptídeo que o hipotálamo libera em pulsos para comandar a hipófise a produzir LH e FSH. Ela tem hist…
4 Clínico avançadoKisspeptina-10 (KP-10): ficha científica
A kisspeptina-10 é o fragmento ativo de 10 aminoácidos de um peptídeo humano que funciona como sinal de partida do eixo reprodutivo: ativa o receptor …
3 Humano inicialTeriparatida e abaloparatida: análogos de PTH aprovados para osteoporose de alto risco
Teriparatida e abaloparatida são peptídeos de 34 aminoácidos aprovados como medicamentos anabólicos ósseos: estimulam a formação de osso novo e reduzi…
5 ConsolidadoGuias, qualidade, regulação e comparativos
Comparativos
6 itens
BPC-157 vs TB-500: dois populares, duas histórias científicas diferentes
BPC-157 e TB-500 costumam ser apresentados como duas versões do mesmo conceito — \"peptídeos de reparo\" —, mas suas trajetórias científicas são bem d…
ComparativosGHK-Cu tópico vs injetável: por que a evidência não é transferível
A literatura humana do GHK-Cu é tópica e cosmética: estudos pequenos, curtos e com desfechos de aparência da pele — evidência de nível 3, com efeito m…
ComparativosIncretinas orais vs injetáveis: o que muda na prática
A via oral não cria uma nova classe de medicamento: ela impõe restrições de formulação que mudam absorção, previsibilidade, rotina de uso e escala de …
ComparativosPeptídeos, SARMs e esteroides anabolizantes: três categorias que não se misturam
Peptídeos, SARMs e esteroides anabolizantes são três classes químicas distintas: cadeias de aminoácidos que agem sobretudo em receptores de membrana; …
ComparativosSemaglutida vs tirzepatida: mecanismo, evidência e diferenças reais
Semaglutida e tirzepatida agem sobre o mesmo eixo hormonal, mas não têm o mesmo alvo: a primeira ativa apenas o receptor de GLP-1, a segunda ativa tam…
ComparativosTirzepatida vs retatrutida: o que muda ao adicionar glucagon
Tirzepatida e retatrutida partilham a mesma base — agonismo dos receptores de GIP e GLP-1 —, mas a retatrutida acrescenta um terceiro alvo, o receptor…
ComparativosGuias
6 itens
Eixo GH: por que \"aumentar hormônio do crescimento\" não é um objetivo em si
Somatropina, tesamorelina, sermorelina, CJC-1295, ipamorelina, GHRPs e MK-677 atuam por vias diferentes, mas quase todos são vendidos com a mesma prom…
GuiasPeptídeos de reparo e regeneração: o que a ciência realmente sustenta
Os chamados peptídeos de reparo — BPC-157, TB-500/timosina beta-4, GHK-Cu, KPV e LL-37 — têm biologia plausível e um volume expressivo de estudos, mas…
GuiasPeptídeos e longevidade: mitocôndria, senescência e o estado real da evidência
Nenhum peptídeo demonstrou até hoje prolongar a vida humana, e nenhuma agência reguladora aprovou qualquer peptídeo com a indicação de retardar o enve…
GuiasPeptídeos na dermatologia: tópico, injetável e a diferença que muda tudo
Peptídeos tópicos e peptídeos injetáveis compartilham o nome e quase nada mais. Na dermatologia cosmética, moléculas como o palmitoil pentapeptídeo-4 …
GuiasPeptídeos neuroativos: o que a evidência realmente mostra sobre cognição, humor e sono
Semax, Selank, DSIP, dihexa e cerebrolisina costumam ser vendidos como um bloco de "peptídeos para o cérebro", mas têm origens, mecanismos e níveis de…
GuiasPeptídeos para metabolismo e emagrecimento: o mapa completo das incretinas
O eixo incretínico reúne hormônios intestinais e pancreáticos — GLP-1, GIP, glucagon e amilina — que regulam insulina, esvaziamento gástrico, saciedad…
GuiasQualidade e segurança
8 itens
"Research use only" e composto magistral: o que essas expressões realmente significam
"Research use only" (RUO, uso exclusivo em pesquisa) é uma declaração jurídica do fornecedor: aquele material não foi fabricado, testado nem autorizad…
Qualidade e segurançaCOA (certificado de análise): o que é e como ler sem se enganar
O certificado de análise (COA) é um retrato analítico de um lote específico: registra quais ensaios foram feitos, por qual método, com qual resultado …
Qualidade e segurançaEndotoxinas e esterilidade: o risco invisível em produtos injetáveis
Endotoxina é um fragmento da parede de bactérias Gram-negativas que continua biologicamente ativo depois que a bactéria morre — por isso um produto in…
Qualidade e segurançaEspectrometria de massas: como se confirma (e como não se confirma) a identidade de um peptídeo
A espectrometria de massas mede a relação entre massa e carga de moléculas ionizadas e é o ensaio de referência para verificar se a massa molecular de…
Qualidade e segurançaFalsificação de peptídeos: como o mercado paralelo funciona e o que verificar
O mercado paralelo de peptídeos não falha em um ponto isolado: falha em cadeia — da síntese sem controle ao frasco sem lote, passando por molécula tro…
Qualidade e segurançaHPLC e pureza de peptídeos: o que o número realmente significa
"98% de pureza" por HPLC significa que o pico principal representa 98% da área detectada no cromatograma naquele método específico — não que o frasco …
Qualidade e segurançaImunogenicidade: por que o corpo pode reagir contra um peptídeo
Imunogenicidade é a capacidade de uma substância provocar uma resposta do sistema imune contra ela mesma — no caso de fármacos, tipicamente a formação…
Qualidade e segurançaPeptídeo liofilizado e cadeia de frio: estabilidade da fábrica até a sua casa
A liofilização remove a água de um peptídeo por sublimação e o converte num sólido vítreo, no qual as reações químicas que destroem a molécula ficam m…
Qualidade e segurançaRegulação
4 itens
FDA, EMA e Anvisa: como ler status regulatório sem se enganar
Aprovação regulatória não é um selo colado na molécula: é uma autorização dada a um produto específico, de um fabricante específico, para uma indicaçã…
RegulaçãoImportação de medicamento para uso pessoal no Brasil: o quadro geral
A legislação brasileira abre uma exceção estreita: a pessoa física pode, sob condições específicas, importar medicamento destinado ao próprio tratamen…
RegulaçãoPeptídeos e antidoping: a lista da WADA explicada para atletas
A maior parte dos peptídeos discutidos no meio esportivo — hormônio do crescimento (GH) e seus fragmentos, secretagogos como ipamorelina e GHRP-6, aná…
RegulaçãoPor que a regulação brasileira costuma chegar depois — e o que isso significa na prática
A regulação brasileira costuma decidir depois porque, na maioria dos casos, o pedido também chega depois: as empresas submetem primeiro aos mercados m…
RegulaçãoComo ler o nível de evidência
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Consolidado — Medicamento aprovado para indicação específica, com bula e estudos controlados.4
Clínico avançado — Ensaios de fase 2/3, mas sem aprovação para a indicação analisada.3
Humano inicial — Estudos pequenos, pilotos, observacionais ou farmacocinéticos.2
Pré-clínico — Células, tecidos ou animais; hipótese biologicamente plausível.1
Exploratório — Patentes, relatos, estudos de baixa qualidade ou resultados indiretos.0
Alegação comercial — Benefício divulgado sem sustentação científica rastreável.Evidência científica, aprovação regulatória, disponibilidade comercial e alegação de fabricante são categorias diferentes. Uma molécula pode ter estudo interessante e não ser aprovada; pode ser aprovada para uma indicação e não para outra.
Aviso editorial. Esta biblioteca é informativa e educacional. Não prescreve, não recomenda automedicação, não fornece protocolo de aplicação e não substitui avaliação médica. A Peptídeos Slim PY comercializa alguns dos produtos citados; o conteúdo científico é produzido separadamente da área comercial. Última revisão: 29 de julho de 2026.